Estado do Piauí tem a terceira gasolina mais cara do Brasil

De acordo com dados da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustível, o Piauí tem a terceira gasolina mais cara do Brasil, ficando atrás apenas do Rio de Janeiro e do Acre.

09/05/2019 às 21h49
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(Foto: Reprodução)

O preço da gasolina nos postos de todo o país tem sofrido uma série de aumentos nas últimas semanas.

De acordo com dados do último levantamento de preços realizado pela Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustível (ANP), o Piauí tem a terceira gasolina mais cara do Brasil, ficando atrás apenas do Rio de Janeiro e do Acre.

O levantamento da ANP mostra que o preço médio em Teresina é de R$ 4,87, enquanto o preço mínimo registrado foi de R$ 4,79 e o máximo foi de R$ 4,99.

A situação é similar no interior, com o preço médio da gasolina sendo menor apenas alguns centavos que na capital. Em Picos, região Sudeste do Piauí, o preço médio é de R$ 4,70, enquanto os preços mínimo e máximo registrados foram de R$ 4,58 e R$ 4,89, respectivamente.

Na cidade de Piripiri, localizada na região Norte do estado, o preço médio é de R$ 4,73, enquanto os preços mínimo e máximo registrados foram, respectivamente, de R$ 4,62 e R$ 4,79.

No litoral piauiense, mais precisamente na cidade de Parnaíba, o preço médio é de R$ 4,77, enquanto os preços mínimo e máximo registrados foram de R$ 4,68 e R$ 4,85, respectivamente.

Além dos aumentos realizados pela Petrobras, entram no preço dos combustíveis uma série de impostos, de origem estadual e federal, que podem chegar a totalizar 45% do valor final nos postos.

A Petrobras informa que sua política de preços para a gasolina e o diesel vendidos às distribuidoras tem como base o preço de paridade de importação, formado pelas cotações internacionais destes produtos mais os custos que têm os importadores como transporte e taxas portuárias.

Assim, um aumento no preço do barril de petróleo no mercado internacional ou o aumento do dólar provocam a alta dos preços no Brasil. Questões internacionais como a diminuição da produção de combustíveis na Venezuela, país com a maior reserva de petróleo do mundo e que passa por uma grave crise econômica e política, e embargos no Irã, grande produtor de combustível no Oriente Médio, podem impactar negativamente na política dos preços.


*Com informações do Viagora



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