Tropas do Exército começam a atuar no Piauí para coibir crimes eleitorais

As tropas irão atuar de acordo com a orientação dos juízes eleitorais; cada juiz terá uma tropa juntamente com o oficial de ligação para fazer o assessoramento deste emprego de tropas.

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(Foto: Divulgação/Exército Brasileiro)

O Piauí começa a receber está semana o contingente do Exército que deve atuar nas eleições do dia 07 de outubro. De acordo com o general Cunha Matos, cinco mil homens irão atuar no Estado.

“A tropa da 10ª Região Militar garante a votação no Piauí e Ceará. Cinco mil militares estão em deslocamento para no dia 07 apoiar a garantia da votação. Essa tropa é uma contribuição. Quatro batalhões serão empregados no comando das tropas no Piauí”, disse.

Até o momento, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) já autorizou tropas em 122 municípios. Treze cidades do estado ainda aguardam uma resposta para a solicitação ao TSE. Ele explica que o papel das tropas é evitar a prática de crimes eleitorais.

“As tropas federais atuam para coibir os crimes eleitorais. As tropas não vêm para manter a ordem e a segurança, isso cabe à polícia. O foco da tropa é coibir o crime eleitoral e na hora da apuração. A requisição da tropa é do Tribunal Superior Eleitoral. O Exército vai atuar em quatro áreas de responsabilidade. São quatro batalhões: 2º BEC, 25 BC, 3º BEC Picos e 4º BEC de Barreiras. Cobrindo do Norte ao Sul”, explicou.

As tropas irão atuar de acordo com a orientação dos juízes eleitorais. “A tropa não tem livre arbítrio de atuação. Qualquer movimentação da tropa é por determinação do juiz eleitoral. Cada juiz terá uma tropa juntamente com o oficial de ligação para fazer o assessoramento deste emprego de tropas. A cada juiz eleitoral dessas zonas terão a orientação para empregar como for necessário”, disse.

O presidente do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), Sebastião Ribeiro Martins, afirma que a atuação das Forças Armadas não é para garantir o poder de polícia, a presença forte do Exército é para inibir crimes. “Se houver perturbação da ordem pública, com a decisão do juiz, o Exército pode atuar”, destacou.

*Com informações do CidadeVerde



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